Eletricista: 9 passos para conseguir a vaga, salário e NR-10

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Eletricista é uma das profissões técnicas de entrada com mais procura no Brasil, porque toda obra, prédio, loja e fábrica precisa de alguém que instale e mantenha a parte elétrica funcionando com segurança. O trabalho exige curso, atenção às normas e muito cuidado, mas abre portas em construtoras, condomínios, indústrias, empresas de manutenção e também para quem quer trabalhar por conta própria. Neste guia, você vê o que faz no dia a dia, quanto ganha segundo dados oficiais de contratação, o que diz a NR-10, como funciona o adicional de periculosidade e os 9 passos para conseguir a vaga.

A proposta é ser prático: explicar as diferenças entre os tipos de profissional da área, mostrar quais cursos realmente contam, dar um modelo de currículo e listar as perguntas mais comuns na entrevista. Assim você chega à seleção sabendo o que a empresa espera de você.

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Eletricista com capacete amarelo instalando fiação elétrica

O que faz um eletricista

Na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO), o eletricista de instalações aparece no código 7156-15. A descrição resume bem a função: executar instalações elétricas prediais e industriais, de distribuição de energia e de serviços comerciais, em alta e baixa tensão, além de fazer a manutenção dessas instalações. O profissional também organiza o cronograma de trabalho, registra o que foi feito e mantém ferramentas e equipamentos em condições de uso, seguindo normas técnicas, de qualidade, de segurança e de meio ambiente.

No dia a dia, as tarefas mais comuns incluem:

  • Ler projetos e diagramas elétricos e marcar onde passam eletrodutos, caixas e pontos de tomada e iluminação.
  • Passar fios e cabos, fazer emendas e ligações de tomadas, interruptores, luminárias e chuveiros.
  • Montar e organizar quadros de distribuição, com disjuntores, dispositivos DR e barramentos.
  • Medir tensão, corrente e continuidade com multímetro e alicate amperímetro.
  • Encontrar e corrigir defeitos, como curto-circuito, mau contato e disjuntor que desarma.
  • Fazer manutenção preventiva em prédios, máquinas e painéis.
  • Desligar, bloquear e sinalizar circuitos antes de qualquer intervenção, como manda a norma.

O profissional não deve improvisar. Quando o serviço exige projeto, responsável técnico ou intervenção na rede da concessionária, o papel dele é seguir o projeto e as autorizações, e não fazer ligações por conta própria.

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Onde o eletricista trabalha

As vagas aparecem em vários tipos de empresa, cada uma com uma rotina diferente:

  • Construção civil: instalações em obras residenciais e comerciais, geralmente seguindo um projeto.
  • Manutenção predial: condomínios, shoppings, hospitais, escolas e prédios comerciais, com chamados e manutenção preventiva.
  • Indústria: manutenção de máquinas, motores, painéis e comandos elétricos, muitas vezes em turnos.
  • Empresas de energia e prestadoras: redes de distribuição, ligações e manutenção, com treinamento específico.
  • Autônomo: pequenos serviços em casas e comércios, com clientela própria.

Tipos de eletricista: residencial, predial, industrial e de rede

O nome é o mesmo, mas a rotina muda bastante conforme a área. Conhecer essas diferenças ajuda a escolher o curso e as vagas certas.

Eletricista residencial e predial

Trabalha com instalações de baixa tensão em casas, apartamentos e prédios: tomadas, iluminação, chuveiros, quadros de distribuição e manutenção de áreas comuns. A norma técnica de referência para essas instalações é a ABNT NBR 5410, que trata das instalações elétricas de baixa tensão. É a porta de entrada mais comum na profissão.

Eletricista industrial

Atua na manutenção e instalação de máquinas, motores, painéis de comando, inversores de frequência e sistemas automatizados. Costuma exigir curso de eletricista industrial ou técnico em eletrotécnica, além de leitura de diagramas mais complexos. Para quem gosta de indústria, vale ler também o nosso guia de técnico em manutenção industrial.

Eletricista de rede de distribuição

Trabalha nas redes das distribuidoras de energia, em postes e cabos aéreos ou subterrâneos, perto do Sistema Elétrico de Potência (SEP). Essa função tem treinamento próprio, exige trabalho em altura e costuma ter seleção feita pelas concessionárias e por empresas contratadas. O nosso guia de vagas na Enel mostra um exemplo de como funciona esse caminho.

Quanto ganha um eletricista

O salário depende da cidade, do tipo de empresa, da experiência e, principalmente, da convenção coletiva da categoria, que define o piso de cada região. Por isso, não existe um valor único para o Brasil.

Para ter uma referência, o portal Salário.com.br reúne os dados do Novo Caged, o cadastro oficial de admissões e desligamentos com carteira assinada do Ministério do Trabalho e Emprego. Na atualização de 8 de outubro de 2026, com base em 167.806 registros da ocupação de eletricista de instalações (CBO 7156-15) nos últimos 12 meses, os números para o Brasil eram:

  • Salário médio: R$ 2.482,19 por mês.
  • Mediana: R$ 2.340.
  • Piso (faixa de entrada): R$ 2.123,16.
  • Teto (faixa mais alta): R$ 3.414.
  • Jornada média: 44 horas semanais.

Por região, a média mensal era de R$ 2.606 no Sudeste, R$ 2.448 no Sul, R$ 2.439 no Centro-Oeste, R$ 2.297 no Norte e R$ 2.252 no Nordeste. A fonte completa está na página de salário de eletricista de instalações (CBO 7156-15).

Esses valores são do salário registrado no Caged e não incluem necessariamente o adicional de periculosidade, horas extras ou benefícios. Nenhum trabalhador com jornada completa pode ganhar menos que o salário mínimo nacional, que em 2026 é de R$ 1.621. Para saber o piso exato da sua cidade, procure a convenção coletiva no sindicato da sua categoria, que pode ser o da construção civil, o dos metalúrgicos ou outro, conforme a empresa.

Salário do eletricista com periculosidade

Quem trabalha com exposição permanente a energia elétrica em condições de risco tem direito ao adicional de periculosidade de 30% sobre o salário-base, sem os acréscimos de gratificações, prêmios ou participação nos lucros. A regra está no artigo 193 da CLT, e as atividades que dão direito ao adicional estão descritas no Anexo 4 da Norma Regulamentadora 16 (NR-16). Na prática, isso pode aumentar bastante o valor final, mas depende de a atividade se enquadrar na norma. Nem todo profissional da área recebe automaticamente: o enquadramento é definido por laudo técnico.

Requisitos para ser eletricista

Os requisitos variam de vaga para vaga, mas os mais pedidos são:

  • Ensino fundamental ou médio completo, dependendo da empresa.
  • Curso da área (instalador predial, industrial ou técnico em eletrotécnica).
  • Treinamento da NR-10, com certificado válido.
  • Treinamento da NR-35 para vagas com trabalho em altura.
  • Experiência comprovada, em muitas vagas de nível pleno.
  • Carteira de habilitação, em vagas de manutenção externa ou atendimento em vários endereços.
  • Idade mínima de 18 anos, por ser atividade com risco.

Curso de eletricista: qual fazer

O curso de instalador predial é o mais comum para quem está começando. Ele ensina os fundamentos de eletricidade, leitura de projeto, instalação de circuitos, quadros e dispositivos de proteção. Para a indústria, o curso industrial ou de comandos elétricos é mais indicado. Já o curso técnico em eletrotécnica é mais longo e abre portas para funções técnicas e de liderança.

Instituições como o Senai, escolas técnicas estaduais e institutos federais oferecem esses cursos, e algumas turmas são gratuitas. Antes de se matricular, confira se a escola é reconhecida e se o certificado traz carga horária e conteúdo. Desconfie de cursos muito curtos que prometem “formação completa” sem prática.

Profissional qualificado, habilitado, capacitado e autorizado

A NR-10 usa quatro termos que aparecem muito nas vagas:

  • Qualificado: quem comprova a conclusão de curso específico na área elétrica reconhecido pelo sistema oficial de ensino.
  • Habilitado: o profissional qualificado que também tem registro no conselho de classe. Técnicos em eletrotécnica, por exemplo, se registram no Conselho Regional dos Técnicos Industriais (CRT), criado pela Lei 13.639/2018.
  • Capacitado: quem recebeu treinamento sob orientação de um profissional habilitado e autorizado e trabalha sob a responsabilidade dele.
  • Autorizado: o trabalhador qualificado, habilitado ou capacitado que tem autorização formal da empresa para trabalhar em instalações elétricas.
Eletricista testando painel elétrico com multímetro

NR-10: o que o eletricista precisa saber

A Norma Regulamentadora 10 (NR-10) trata da segurança em instalações e serviços em eletricidade. Ela vale para empresas que têm trabalhadores atuando em instalações elétricas e define medidas de controle, como desenergização, aterramento, sinalização, bloqueio e uso de equipamentos de proteção. O texto atual pode ser consultado no portal do Ministério do Trabalho e Emprego.

Curso NR-10: carga horária e reciclagem

Pelo texto em vigor, o treinamento básico de segurança da NR-10 tem 40 horas, e quem trabalha no Sistema Elétrico de Potência precisa de um curso complementar, também de 40 horas. A norma exige reciclagem a cada dois anos e sempre que houver troca de função ou de empresa, retorno de afastamento por mais de três meses ou mudança significativa nas instalações ou nos métodos de trabalho. Guarde os certificados: as empresas pedem na contratação.

Nova NR-10 a partir de junho de 2027

Em 1º de junho de 2026, o Ministério do Trabalho publicou a Portaria MTE nº 737/2026, que aprova uma nova redação da NR-10. A nova norma alinha a segurança elétrica ao Gerenciamento de Riscos Ocupacionais da NR-1, dá mais atenção ao risco de arco elétrico e reforça as regras de capacitação, treinamento e autorização dos trabalhadores. Ela entra em vigor em 1º de junho de 2027. Até lá, continua valendo o texto atual. Se você vai fazer o curso agora, pergunte à escola se o conteúdo já trata das mudanças.

Direitos do eletricista com carteira assinada

Como empregado celetista, esse profissional tem os mesmos direitos básicos de qualquer trabalhador com carteira assinada:

  • Registro na Carteira de Trabalho Digital desde o primeiro dia.
  • Salário nunca abaixo do mínimo nem do piso da convenção coletiva.
  • 13º salário e férias com um terço a mais.
  • Depósito mensal de 8% do salário no FGTS.
  • Vale-transporte, com desconto de até 6% do salário-base.
  • Equipamentos de proteção individual fornecidos de graça pela empresa.
  • Adicional de periculosidade quando a atividade se enquadra na NR-16.
  • Horas extras pagas com acréscimo de pelo menos 50%.

Em manutenção, é comum haver plantões, sobreaviso e chamados fora do horário. Confira na convenção coletiva como essas situações são pagas. Para simular valores, use a calculadora de horas extras. E, para conhecer cada direito com mais detalhes, veja o nosso guia de direitos do trabalhador.

Eletricista autônomo e MEI

Muitos profissionais trabalham por conta própria, atendendo casas e pequenos comércios. Nesse caso, não há carteira assinada, e a pessoa precisa cuidar da própria contribuição ao INSS, do preço dos serviços e da emissão de nota fiscal quando o cliente pede. Antes de se formalizar como MEI, confira no Portal do Empreendedor, do governo federal, se a sua atividade está na lista de ocupações permitidas e quais são as regras de faturamento.

Segurança no trabalho do eletricista

Choque elétrico, queimaduras por arco e quedas estão entre os maiores riscos da profissão. Algumas regras básicas salvam vidas:

  • Desligue o circuito, confirme a ausência de tensão com o instrumento certo e bloqueie o disjuntor antes de mexer.
  • Use os equipamentos de proteção indicados para o serviço, como luvas isolantes, calçado de segurança, óculos e vestimenta adequada.
  • Nunca trabalhe sozinho em atividades de risco que a norma exige dupla.
  • Use ferramentas isoladas e em bom estado.
  • Para trabalho acima de 2 metros do chão, siga a NR-35, com treinamento e cinto de segurança adequado.
  • Não aceite fazer serviço na rede da distribuidora sem ser autorizado por ela.

Se a empresa pedir que você trabalhe sem proteção ou sem desligar o circuito, você pode e deve recusar e registrar a situação. Segurança não é detalhe: é parte do trabalho.

Trabalho de eletricista: vários fios conectados a uma caixa de interruptor

Como conseguir vaga de eletricista: 9 passos

1. Escolha a área em que quer começar

Residencial e predial, industrial ou rede de distribuição: cada uma pede cursos e experiências diferentes. Para iniciantes, a manutenção predial e a construção civil costumam ser as portas mais abertas.

2. Faça um curso reconhecido

Comece por um curso de instalador predial em escola reconhecida. Se quiser a indústria, complemente com comandos elétricos. O curso técnico em eletrotécnica é um passo importante para crescer.

3. Tire o certificado da NR-10

Quase todas as vagas pedem a NR-10 válida. Faça o curso básico de 40 horas e mantenha a reciclagem em dia.

4. Some a NR-35 se for trabalhar em altura

Manutenção predial, redes e obras envolvem escadas, andaimes e telhados. O treinamento de trabalho em altura amplia muito as vagas disponíveis.

5. Ganhe prática como ajudante

Muita gente começa como ajudante ou auxiliar de eletricista em obras e empresas de manutenção. É o melhor jeito de aprender na prática e montar o currículo.

6. Monte um currículo técnico

Liste cursos com carga horária, normas (NR-10, NR-35), tipos de serviço que já fez e ferramentas que sabe usar. Mais abaixo há um modelo.

7. Procure nos canais certos

Cadastre-se no app Carteira de Trabalho Digital e no Sine da sua cidade, procure nas páginas de carreiras de construtoras, indústrias e empresas de manutenção, e use portais de emprego conhecidos. Evite sites que cobram para mostrar vagas.

8. Prepare-se para a entrevista e o teste prático

Muitas seleções incluem um teste prático, como montar um circuito simples, ligar um interruptor paralelo ou identificar um defeito. Treine antes e revise as regras de segurança.

9. Tenha os documentos prontos

Documento com foto, CPF, comprovante de residência, certificados dos cursos, certificados de NR-10 e NR-35 e, quando pedida, a carteira de habilitação. Isso agiliza a contratação.

Exemplo de currículo para eletricista

Use este modelo como base e adapte à sua história:

  • Nome completo | Telefone com WhatsApp | E-mail | Bairro e cidade.
  • Objetivo: vaga de eletricista predial ou de manutenção (ajuste conforme a vaga).
  • Resumo: profissional com curso de instalador predial e NR-10 válida, experiência em instalação de tomadas, iluminação e quadros de distribuição, atento às normas de segurança.
  • Experiência: cargo, empresa, período e duas ou três tarefas principais, como “manutenção preventiva em quadros elétricos de condomínio”.
  • Cursos e normas: curso de eletricista (escola, ano, carga horária), NR-10 (data), NR-35 (data), comandos elétricos.
  • Ferramentas: multímetro, alicate amperímetro, detector de tensão, leitura de projeto.

Se quiser exemplos de fechamento para o currículo, veja o artigo sobre considerações finais do currículo.

Perguntas comuns na entrevista para eletricista

  • O que você faz antes de mexer em um circuito? Fale em desligar, testar a ausência de tensão, bloquear e sinalizar.
  • Qual a diferença entre disjuntor e DR? O disjuntor protege o circuito contra sobrecarga e curto-circuito; o dispositivo DR protege as pessoas contra choque por fuga de corrente.
  • Como você encontra um defeito em um circuito que desarma? Explique a sequência de testes, do quadro ao ponto de consumo.
  • Sua NR-10 está válida? Tenha a data do certificado e da reciclagem.
  • Já trabalhou em altura? Diga se tem NR-35 e em que situações trabalhou.

Para se preparar melhor, leia o guia de como se comportar em uma entrevista de emprego.

Como crescer na profissão de eletricista

A profissão tem um caminho claro de evolução para quem continua estudando:

  • Passar de ajudante a profissional pleno de manutenção.
  • Fazer o curso técnico em eletrotécnica e se registrar no conselho para atuar como técnico.
  • Especializar-se em automação, energia solar fotovoltaica, comandos elétricos ou redes de distribuição.
  • Chegar a encarregado, supervisor de manutenção ou abrir o próprio negócio.

Também vale conhecer profissões próximas, como a de zelador, que em muitos prédios cuida da manutenção básica e trabalha junto com o eletricista.

Cuidados com golpes em vagas de eletricista

  • Empresas sérias não cobram para você participar da seleção, nem para fazer “curso obrigatório” ou “exame”.
  • Desconfie de vagas divulgadas só por aplicativo de mensagem, sem nome da empresa nem endereço.
  • Não envie documentos ou dados bancários antes de uma entrevista e de uma proposta formal.
  • Desconfie de cursos que vendem “certificado de NR-10” sem aula, sem carga horária ou sem instrutor identificado. Certificado sem treinamento real não protege você e pode ser recusado pela empresa.

Perguntas frequentes sobre eletricista

Precisa de curso para trabalhar como eletricista?

Na prática, sim. A NR-10 exige que quem trabalha com instalações elétricas seja qualificado, habilitado ou capacitado e autorizado pela empresa, e as vagas pedem curso e treinamento de segurança.

Quanto ganha um eletricista em 2026?

Segundo os dados do Novo Caged reunidos pelo Salário.com.br em outubro de 2026, o salário médio do eletricista de instalações no Brasil era de R$ 2.482,19, com variação por região. O valor exato depende da convenção coletiva e pode subir com o adicional de periculosidade.

O eletricista tem direito a periculosidade?

Tem, quando a atividade se enquadra no Anexo 4 da NR-16, que trata de atividades com energia elétrica. O adicional é de 30% sobre o salário-base, conforme o artigo 193 da CLT.

De quanto em quanto tempo precisa renovar a NR-10?

Pelo texto em vigor, a reciclagem é bienal e também obrigatória em casos como troca de função, volta de afastamento longo ou mudança importante nas instalações.

Eletricista pode trabalhar como autônomo?

Pode. Muitos atendem casas e comércios por conta própria. Nesse caso, é preciso cuidar da contribuição ao INSS e conferir as regras de formalização, como o MEI, no portal oficial.

Conclusão

Ser eletricista é uma escolha sólida para quem gosta de trabalho técnico, de resolver problemas e de ver o resultado na hora. A profissão tem salário de referência acima do mínimo, possibilidade de adicional de periculosidade e vagas em obras, prédios, indústrias e redes de energia, além do caminho do trabalho autônomo.

Para conseguir a vaga, faça um curso reconhecido, tire a NR-10 e, se possível, a NR-35, ganhe prática como ajudante, monte um currículo técnico e chegue à entrevista mostrando que segurança vem em primeiro lugar. E fique de olho na nova NR-10, que passa a valer em junho de 2027.

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Aviso: o Trabalha BR é um site informativo: não somos a empresa contratante, não recebemos currículos e nunca cobramos para você se candidatar.